No passado dia 24 de Novembro reuniu, no IGF da Segurança Social, o Conselho Consultivo do nosso Fundo que, de entre outras tarefas competia-lhe dar parecer sobre o Relatório e a Conta de 2007, bem como a actualização da prestação mínima e a atribuição do 14.º mês.
Quanto ao relatório de análise às contas do exercício de 2007 ressalta:
RECEITAS
Quotizações - Acréscimo de 10,45%,pensamos que reflecte a entrada em funcionamento do Casino de Lisboa;
Receitas Financeiras - Aumento de 22,15%, ilíquido de IRC, essencialmente determinado pelo aumento das taxas de juro;
DESPESAS
Invalidez - Aumento de 7,06%
Velhice - Aumento de 9,09%
Sobrevivência - Decréscimo de 0,09%
Apoio Social e Subsídio de Morte - Sem peso significativo nas despesas
IRC - O Fundo voltou a ser “espoliado” de cerca de € 193.000,00.
Face aos números o Fundo apresentou, em 2007, um prejuízo de € 1.631.000,00.
Este é o panorama existente relativamente ao ano de 2007.
A manter-se a situação actual, inexoravelmente, o Fundo vai desintegrar-se dentro de 10 anos ou, alternativamente, vai ter de entrar em “economia de guerra” para que tal não aconteça.
Nesta fase, não adiantará procurar os culpados por esta situação, que é gravíssima, antes reunir consensos para viabilizar e ultrapassar este período difícil.
Estamos conscientes que vão ser duros os próximos tempos.
Assim, o Conselho entendeu dar parecer negativo quanto à actualização da prestação mínima e atribuição do 14.º mês.
Quanto ao relatório de análise às contas do exercício de 2007 ressalta:
RECEITAS
Quotizações - Acréscimo de 10,45%,pensamos que reflecte a entrada em funcionamento do Casino de Lisboa;
Receitas Financeiras - Aumento de 22,15%, ilíquido de IRC, essencialmente determinado pelo aumento das taxas de juro;
DESPESAS
Invalidez - Aumento de 7,06%
Velhice - Aumento de 9,09%
Sobrevivência - Decréscimo de 0,09%
Apoio Social e Subsídio de Morte - Sem peso significativo nas despesas
IRC - O Fundo voltou a ser “espoliado” de cerca de € 193.000,00.
Face aos números o Fundo apresentou, em 2007, um prejuízo de € 1.631.000,00.
Este é o panorama existente relativamente ao ano de 2007.
A manter-se a situação actual, inexoravelmente, o Fundo vai desintegrar-se dentro de 10 anos ou, alternativamente, vai ter de entrar em “economia de guerra” para que tal não aconteça.
Nesta fase, não adiantará procurar os culpados por esta situação, que é gravíssima, antes reunir consensos para viabilizar e ultrapassar este período difícil.
Estamos conscientes que vão ser duros os próximos tempos.
Assim, o Conselho entendeu dar parecer negativo quanto à actualização da prestação mínima e atribuição do 14.º mês.
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